O BASALTO NA AGRICULTURA

É sabido que os agricultores brasileiros sofrem com o crescente aumento nos custos de produção, em virtude de serem obrigados a importar aproximadamente 75% (setenta e cinco por cento) de todo o fertilizante utilizado no Brasil, num cenário aonde o país registra um crescimento de safra anual de produção que supera os 8% ao ano, tendo que importar mais de 34 milhões de toneladas de fertilizantes, isso, em 2018!

O consumo pela agricultura nacional de fertilizantes importados posiciona o Brasil como quarto maior consumidor do mundo, ficando atrás somente de China, Índia e Estados Unidos, e, aumenta na ordem 4% ao ano, o que implica numa dependência de nutrientes estrangeiros exorbitante, o que influencia diretamente no custo da lavoura e obriga os fazendeiros a incluir na conta custo de produção de safra a cotação do dólar, ficando a mercê das multinacionais.

 

Para José Carlos Polidoro, chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Solos, “o preço ficou alto, e o governo zerou a alíquota da importação, o que a estimulou. Isso foi feito para proteger o agricultor, mas causou um problema: a retração ainda maior dos investimentos na produção nacional”. 
 

Assim, o problema dos fertilizantes se tornou uma questão de segurança nacional, uma vez que segundo Polidoro “importamos mais de 90% do potássio que consumimos, e esse nutriente é muito exigido pela planta. Se algo acontecer na Rússia, por exemplo, o Brasil sofre um problema de abastecimento sério” e, consequentemente compromete a safra e os lucros dos agricultores brasileiros.

Para suprir essa necessidade, os insumos importados são usados para a fabricação de produtos enriquecidos com um toque brasileiro, aonde empresas de mineração descobriram com a ajuda dos pesquisadores da EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, a possibilidade de transformar macro e micronutrientes em novos fertilizantes foliares, orgânicos, organominerais e outros produtos aprimorados com tecnologia agregada, o chamados remineralizadores de solo ou, pó de rocha. 

Além de serem adaptadas à condição brasileira, essas fórmulas também são menos dependentes do mercado internacional, uma vez que se encontram em regiões produtoras de grãos e, bem próximas a regiões aonde se encontram as jazidas, fomentam o comércio regional, sem falar no fato de que segundo a EMBRAPA, os alimentos cultivados com a rochagem das rochas nacionais, produzem um alimento mais saudável.

 

A importância do uso de Pó de rocha basáltica é tão grande, que a pesquisadora Suzi Huff Theodoro do Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS) da Universidade de Brasília (UnB), afirma em estudos que o uso dessa antiga técnica natural para fertilizar solos, conhecido como rochagem, método consistente no uso de rochas moídas para recuperar os agrominerais perdidos pela terra, que “ao contrário dos fertilizantes convencionais, essas rochas contêm quase toda a tabela periódica. Assim, podemos acrescentar micronutrientes que são igualmente importantes e que, ao longo do tempo, foram deixados de lado pela agricultura nacional”.

COMO APLICAR O PÓ DE BASALTO AGROMIX 

Cereais (milho, soja, arroz, trigo, girassol, milheto, feijão)

02 toneladas por hectare, com incorporação nos primeiros 20 centímetros de solo antes do plantio;

Cana-de-açúcar

No preparo do solo para o plantio pode ser utilizada a dosagem de 02 toneladas por hectare com posterior incorporação ao solo. Logo após os cortes, como adubação complementar e fornecedora de silício, pode-se aplicar uma cobertura a lanço a dosagem de 01 tonelada por hectare;

Pastagens

Realizar a análise de solo, e verificando que o solo se encontra ácido, aplicar 02 toneladas por hectare, incorporando-o a seguir, numa profundidade de 20 centímetros. Dessa forma ele também auxiliará no controle da acidez assim que houver umidade no solo;

Olerícolas em geral

A dosagem de 100 a 150 gramas por m²de canteiro;

Citros

01 kg na cova de plantio ou 02 kg na saia das plantas em forma de adubação fosfatada ou 02 toneladas por hectare em área total para equilíbrio nutricional do pomar;

Abóboras e melancias

01 kg por cova (berço);

Observação: Excelentes resultados serão obtidos com a colocação conjunta de 01 kg de húmus por berço.

Frutíferas perenes (pêssego, uva, maracujá, coco, figo, nectarina, goiaba, manga, pinha, atemóia, graviola, caju, nêspera, pêra, maçã)

02 toneladas por hectare em área total para restauração de equilíbrio nutricional e 02 kg sob a saia de plantas em produção. Nos berços de plantio misturar 01 kg com o solo, além de 01 kg de húmus;

Mudas de estufa

peneirar o pó de basalto e adicionar o pó fino na dosagem de 4 kg por metro cúbico de substrato. O fornecimento de fósforo, ferro e silício darão um grande diferencial no desenvolvimento das plantas jovens;

Adubos verdes (guandu, crotalárias, mucunas, tremoço, nabo forrageiro, aveia preta, e coquetéis de adubos verdes):

02 toneladas por hectare.

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