O BASALTO

O basalto é uma rocha ígnea eruptiva (magmática) de composição máfica, por isso rica em silicatos de magnésio e ferro e com baixo conteúdo em sílica, que constitui uma das rochas mais abundantes na crosta terrestre.

Trata-se de uma rocha de granulação fina, coloração escura, matriz afanítica, frequentemente com textura porfírica, com fenocristais de olivina, augite e plagioclase, e uma matriz cristalina fina. 

Possui como minerais acessórios encontram-se, principalmente, óxidos de ferro e titânio, todavia, ocasionalmente encontram-se basaltos com matriz vítrea, denominados sideromelanos, com raros cristais ou mesmo sem eles. 

O basalto, pela sua dureza e resistência à meteorização, é explorada para a produção de alvenarias e de agregados de construção civil e como rocha ornamental para revestimentos e calçadas. A produção de fibras de basalto é uma indústria em expansão. 

O basalto é similar, em composição e origem, a rochas ígneas máficas como a diabase, o gabro e o andesito. O basalto também ocorre nas superfícies da Lua, de Marte e de Vênus, assim como em alguns meteoritos

O Vulcano, conhecido comercialmente como basalto, é utilizado em pisos e revestimentos e conta com uma ampla variedade de produtos, formas e aplicações. "A rocha mais indicada para pavimentações de extrema resistência".

O basalto é um dos tipos mais comuns de rocha relacionada a derrames vulcânicos, caracterizando-se pela cor preta, composição básica (onde predominam minerais ricos em ferro e magnésio), alta fluidez e temperaturas de erupção entre 1.000º e 1.200 o C. Equivalente vulcânico de gabros.

DA FORMAÇÃO QUÍMICA DO BASALTO E SUA IMPORTÂNCIA NO SOLO

Sabe-se que solos mais ricos e férteis do mundo tiveram sua origem numa rocha vulcânica e extremamente dura: o basalto! O basalto é rocha-mãe dos solos da região sul de Goiás, bem como de Ribeirão Preto, SP, e etc., as chamadas "terras roxas", e dos solos das encostas do Monte Vesúvio, na Itália, onde é farta a produção de uvas. Na natureza, para se formar 01 centímetro deste tipo de solo a partir da decomposição da rocha, os geólogos e pedólogos afirmam serem necessários cerca de 200 a 300 anos.

É fantástica a quantidade de elementos minerais nutritivos encontrados no basalto. Aqui no Brasil a EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária vem apresentando resultados satisfatórios no que diz respeito as referências de sua utilização em escala comercial na agricultura. Na Europa, sua utilização pode ser considerada uma prática convencional de muitos agricultores. Mais impressionante ainda é a capacidade que o pó de basalto possui em recuperar solos que foram empobrecidos pelos processos de erosão, lixiviação, acidificação natural ou pela aplicação de fertilizantes químicos, e principalmente pela exportação contínua de nutrientes pelas colheitas.

 

Os produtos agrícolas produzidos levam em si os mais diversos elementos químicos, e num processo convencional de adubação são fornecidos apenas nitrogênio, fósforo e potássio dos chamados adubos NPK. A presença de uma ampla diversidade de elementos químicos, com destaques para os elevados teores de fósforo (cerca de 60 vezes mais que um solo de ótima fertilidade), cálcio (10 vezes mais que um solo de boa fertilidade), magnésio (20 a 40 vezes mais que um solo de boa fertilidade), enxofre, potássio, boro, ferro e principalmente o silício, numa proporção de elevada de óxidos de silício (7,8%), além de titânio, lítio, cobalto, iodo e tantos outros elementos que a ciência agronômica ainda não estudou os efeitos sobre as plantas.

O resultado imediato da aplicação do pó de basalto é o desenvolvimento abundante de raízes das plantas, tornando-as capazes de aumentarem a absorção de nutrientes e consequentemente sua capacidade produtiva. Na cultura dos citros tem se notado a recomposição do equilíbrio nutricional das plantas. 

 

Em solos arenosos e de baixa fertilidade, o basalto consegue fazer a correção de deficiência crônica de zinco a partir da aplicação de uma única dosagem de 02 toneladas por hectare. O uso de uma dosagem de 01 kg de pó de basalto mais 100 gramas de superfosfato simples, faz com que opere-se um desenvolvimento mais acelerado que o normal, com folhas maiores, mais rígidas e mais pesadas que as que estamos acostumados a ver no campo, tornando as folhas mais firmes e mais resistentes ao ataque de fungos nos períodos de bastante umidade, o que gera ótimo desenvolvimento e pouca necessidade de controle de pragas e doenças.

 

Estudos recentes no Brasil o indicam como potencial recuperador de pastagens e de canaviais. A liberação dos nutrientes do pó de basalto é gradual e contínua. As pesquisas apontam que os melhores efeitos são obtidos com o pó de basalto de granulometrias variáveis, isto é, uma mistura de grãos finos e grãos mais grossos. As partículas mais finas têm uma liberação mais rápida de nutrientes, enquanto que os grãos maiores vão liberando seus nutrientes lentamente, de forma homeopática. Mas o maior benefício do basalto é mesmo a produção de alimentos muito mais sadios e riquíssimos em nutrientes, tornando as pessoas e os animais que deles se alimentam igualmente sadios e bem nutridos. Basalto: no mínimo o máximo!

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